

O excedente tem destino escrito.
Do primeiro projeto até a fundação, o caminho do dinheiro é público. Onde estamos hoje e para onde isso vai:
A plataforma está no ar e a rede opera. O resultado dos projetos se divide entre quem constrói, por regra pública, a cada ciclo. Não há excedente institucional: o que entra vai para os membros.
Outros coletivos adotam o método e viram hubs autônomos. Cada hub fica com 100% do próprio pool. O mantenedor se financia por uma taxa pequena sobre o fee dos projetos — nunca sobre o pool dos membros.
No mínimo 5% da receita bruta de protocolo, desde o primeiro real, e 100% do excedente líquido anual financiam uma fundação dedicada à infância. Não é doação de sobra: é a única saída possível do lucro.
Esses números só podem subir. Nenhuma versão futura do protocolo pode reduzi-los.
O que ainda não existe: a fundação não está constituída, e a receita institucional ainda não começou. A destinação vira cláusula estatutária antes da primeira licença vendida, e cada repasse será publicado com a mesma transparência do extrato dos membros. Enquanto isso, este texto é o compromisso registrado, com data.
me → we → everybody